Indicators on frases de superacao You Should Know

• que faça uso de tecnologias assistivas (TAs) e tecnologias de informação (TIs) para integrar as estratégias de estimulação dos processos cognitivos. As TAs são recursos, equipamentos e serviços utilizados para ampliar as habilidades funcionais das pessoas com deficiência e promover maior independência e inclusão (BERSCH, 2008). O uso de jogos favorece o raciocínio lógico, an excitingção psicomotora, a concentração, o seguimento de regras, o levantamento de hipóteses, a curiosidade, os interesses, a noção temporal e o reforço dos acertos por possibilitar um comments rápido do próprio desempenho, estimulando a memória, a capacidade perceptiva, a motivação, a solução de problemas, o seguimento do ritmo próprio na execução da atividade, o reconhecimento e o treino da intencionalidade, a consciência da ação etc.;

• com práticas motivadoras, alegres e afirmativas; com estratégias ricas em estimulação e diversificadas quando necessário (por exemplo, recursos audiovisuais, objetos de diferentes materiais, cores e texturas). Vale destacar que as contingências de ensino devem partir de habilidades que o aluno já possui para, então, evoluir gradualmente naquilo que ainda é preciso desenvolver ou adquirir.

• em que, assim como em relação aos demais alunos sem deficiência, as práticas de ensino considerem as fases de desenvolvimento do aluno, as quais podem prolongar-se por um tempo maior;

As interações interpessoais também são positivas por permitirem que o aluno se reconheça como parte integrante de um grupo, tendo favorecidas sua autoestima e sua afetividade;

• que estabeleça instruções diretas sobre comportamentos considerados adequados no ambiente escolar e social, possibilitando a aprendizagem de regras comuns para o convívio coletivo (por exemplo, conservação de objetos e do ambiente; silêncio em atividades comuns que o requerem). Algumas evidências sobre problemas de comportamento de crianças que possuem certo tipo de transtorno ou deficiência intelectual indicam a permissividade e até a indiferença de professores e pais em relação aos comportamentos considerados socialmente inadequados (sejam eles de aprendizagem ou psicológicos), o que geralmente ocorre por complacência (BANACO, 1997; SMITH; STRICK, 2008).

• em que, mesmo sendo utilizadas estratégias que favoreçam a transferência de um conteúdo para que a compreensão seja consistente e permanente e para que ocorram generalizações, certas repetições (num sentido quantitativo) de um conteúdo deverão ser estabelecidas para que a memorização ocorra; quanto maior é o comprometimento (déficit), maior é a necessidade de repetições. A estimulação adequada/precisa também será necessária em certos momentos para a evocação1;

Contudo, a determinação de incapacidade do sujeito dependerá da impossibilidade a que essa incapacidade se refere, sendo ela uma condição e, portanto, passível de alteração.

As limitações e possibilidades educacionais do aluno com deficiência intelectual não requerem intervenções complexas em relação às práticas pedagógicas comuns, mas exigem do professor uma atuação mais próxima, frequente e certain em relação a cada objetivo escolar e às habilidades envolvidas para que as metas se realizem.

Mesmo que a deficiência intelectual consista em um quadro clínico distintivo, cada necessidade é única e gera a necessidade de tratamento subjetivo.

• sem discriminações e que promova segurança, relação interpessoal, contingências positivas e bem-estar pessoal;

• que, devido ao prejuízo da atenção, employ de comandos para chamar a atenção do aluno apenas nos momentos em que isso se fizer necessário, evitando a apresentação dos comandos a todo momento;

• que avalie criteriosamente os progressos específicos (por exemplo, leitura, escrita, verbalização, coordenação motora fina) e que tenha um registro deles a fim de que objetivos apropriados sejam progressivamente traçados;

O ensino especializado junto aos alunos com deficiência intelectual deve envolver benefícios que vão além do acréscimo dos conteúdos curriculares, tendo em vista ganhos educacionais; a maximização do desenvolvimento; a redução do isolamento, do estresse e da frustração que podem ser vivenciados pelo aluno e pela família; a independência e autonomia; a maior produtividade pessoal; e competências permanentes que reduzam futuras necessidades relativas a educação especial, cuidados com a saúde e reabilitação (BRASIL, 2006, 2007, 2010).

Por se tratar de um campo considerado distintivo, check here costuma-se supor o uso de procedimentos didáticos ditos especiais, o que de certa forma se deve a uma necessidade de caracterizá-los também pela diferença. A ideia de procedimentos didáticos especiais torna complexa a prática pedagógica junto ao aluno com deficiência, sendo que aí estão envolvidos os mesmos processos de aprendizagem - porém, em ritmo e grau inferiores. A inclusão escolar, nesse sentido, tem carecido mais de uma abordagem técnica do que de uma perspectiva reflexiva.

A angústia sentida em relação ao modo de trabalhar junto a alunos com deficiência intelectual, como destacam Carvalho (2004) e Mantoan (2006), não pode exclusivamente se restringir ao quadro clínico dessa clientela, uma vez que os próprios alunos sem deficiência não conseguem obter uma apreensão de todo o conteúdo curricular, o que ocorre devido a motivos diversos (motivação, história de aprendizagens, condição intrapessoal, saúde, condição social and many others.

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